A partir do livro "A Amizade é...", de Charles M. Schulz, foram elaborados cartazes, que estão por toda a escola, para te servirem de inspiração.
Para participares no concurso só tens de publicar um comentário a esta mensagem: escreve uma frase sobre o que é para ti um amigo.
Não te esqueças de assinar com nome, número, ano e turma.
Se tiveres alguma dificuldade, passa na biblioteca e pede-nos ajuda.
A tua opinião será publicada num livro.
Com esta actividade pretendemos dar continuidade ao "Autor do Mês" e assinalar o S. Valentim.
Depois de uma longa e difícil apreciação dos trabalhos elaborados pelos alunos, sobretudo pela qualidade e pela criatividade demonstradas, o júri considera que há três que merecem ser distinguidos.
São os trabalhos da Maria Alice Guerra (5.º A), da Sara Inês Pereira (5.º B) e da Mónica Daniela Dias (6.º D).
Parabéns às premiadas e obrigado a todos pela participação.
Fica atento ao novo concurso a ser lançado brevemente!
1. A utilização dos computadores e da internet na biblioteca escolar destina-se prioritariamente à consulta e produção de documentos de carácter pedagógico; deve servir, por isso, fins didácticos relacionados com a actividade escolar.
a) a utilização lúdica não permite a consulta de documentos, páginas ou sites não recomendáveis num ambiente escolar ou que infrinjam as orientações do projecto educativo e/ou normas do regulamento interno do agrupamento.
b) a consulta de conteúdos com registo sonoro só é possível com o uso de auscultadores.
2. Sempre que se quiser aceder à internet, deverá ser dado conhecimento ao docente ou à assistente operacional, no acto da requisição do computador.
3. O acesso está limitado a 30 minutos consecutivos por utilizador/dia, caso haja outros utilizadores interessados;
a) só é permitido um utilizador por computador
b) não é permitido a permanência de utilizadores em pé e em volta dos computadores.
4. No caso de marcação antecipada, se o aluno se atrasar mais de 10 minutos perderá o direito ao serviço, caso haja outro interessado.
5. Ao longo do ano lectivo, será dada formação aos elementos de todas as turmas do 5.º ano.
6. Cada utilizador é responsável pelo correcto funcionamento e conservação do equipamento informático e, no caso de bloqueio ou dificuldade, deve solicitar apoio ao docente ou à assistente operacional.
7. Qualquer anomalia detectada no início da utilização deve ser comunicada de imediato à assistente operacional. O utilizador que não cumprir este ponto, poderá vir a ser responsabilizado por essa anomalia.
8. Os downloads devem ser feitos para dentro de uma pasta a abrir em "Os meus documentos", com o nome, ano e turma do aluno. Nessa pasta também deve ser guardado qualquer ficheiro criado.
a) qualquer ficheiro encontrado noutro local que não o acima referido será imediatamente apagado.
b) logo que desnecessários, os ficheiros devem ser eliminados para libertar o disco.
c) a biblioteca escolar não assume qualquer responsabilidade relativamente à conservação da informação que os utilizadores gravem no disco duro reservando-se o direito de nas pausas lectivas proceder, sem outro aviso, à eliminação de ficheiros para manutenção dos equipamentos informáticos.
9. O utilizador que pretenda guardar os dados informáticos que obteve na consulta de documentos ou na utilização dos computadores da biblioteca deve munir-se do seu próprio equipamento de armazenamento de dados (pen).
10. Qualquer alteração de configuração, alteração do ambiente de trabalho, instalação de software e acesso a sites inadequados para um estabelecimento de ensino, implicarão a imediata suspensão do direito de acesso a este serviço:
a) primeiro comportamento anómalo detectado: penalização de 15 dias no acesso aos computadores da biblioteca escolar;
b) segunda ocorrência: penalização de 30 dias no acesso aos computadores da biblioteca escolar.
c) outras ocorrências serão avaliadas pelo professor bibliotecário.
11. Não são permitidos jogos em suporte informático sem qualquer carácter educativo.
12. Quando um aluno necessitar de utilizar software que não esteja instalado, deve solicitar à equipa da biblioteca escolar a sua instalação, nunca o fazendo por sua iniciativa.
13. Só os professores e as assistentes operacionais podem desligar ou ajustar os monitores, colunas, computadores, cabos, fichas, etc..
14. A impressão de documentos é direccionada para a reprografia (ou GAB1) com autorização dos professores da equipa da biblioteca, assistente operacional ou com a indicação dos professores que solicitem trabalhos e outros materiais, no âmbito da disciplina ou das áreas curriculares não disciplinares que leccionam.
António Torrado colabora desde a primeira hora no site português "História do Dia", promovido pela Associação de Profissionais de Educação do Norte Alentejo. Este sítio oferece ao leitor uma história para cada dia. A história pode ser lida ou ouvida, com a voz do autor. Também podes imprimir e coleccionar as histórias ou enviar a um amigo.
Depois de leres a biografia de António Torrado, podes testar os teus conhecimentos aqui. Preenche as palavras cruzadas com as profissões que António Torrado já teve, ou seja 13!
António Torrado nasceu em Lisboa em 1939. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Coimbra. Dedicou-se à escrita desde muito novo, tendo começado a publicar aos 18 anos. A sua actividade profissional é diversa: escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista para televisão. Tem trabalhado em parceria com Maria Alberta Menéres em diversos livros e programas de televisão. Actualmente, é Coordenador do Curso Anual de Expressão Poética e Narrativa no Centro de Arte Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa.
Sendo consensualmente considerado um dos autores mais importantes na literatura infantil portuguesa, possui uma obra bastante extensa e diversificada, que integra textos de raiz popular e tradicional, mas também poesia e sobretudo contos. Reconhece a importância fundamental da literatura infantil enquanto veículo de mensagens, elegendo como valores a promover a liberdade de expressão e o respeito pela diferença. António Torrado utiliza com frequência o humor em algumas das suas histórias. Por outro lado, em alguns textos de carácter alegórico ou de ambiente oriental, é o registo poético que predomina. De resto, os valores poéticos assumem para o autor uma posição central em qualquer projecto educativo.
Recentemente, começou também a trabalhar novelas e romances para a infância e juventude, mas a vertente mais marcada da sua actividade nos últimos tempos é, sem dúvida, o teatro. António Torrado é poeta, dramaturgo, contista, novelista, professor e formador de professores, contador de histórias, jornalista, editor, director e produtor na televisão... e a lista não tem fim. Nasceu em Lisboa em 1939, começou a publicar aos 18 anos e não parou mais. A sua produção já ultrapassa a centena de títulos em temas que vão da ficção e poesia aos temas pedagógicos. Pela sua obra ganhou numerosos prémios. Formou-se em Filosofia na Universidade de Coimbra, foi professor do ensino secundário mas foi afastado do ensino por motivos políticos. Desempenhou cargos na direcção da Sociedade Portuguesa de Autores e participou na criação de uma escola ensino infantil e primário. É membro da Associação Internacional de Críticos Literários. Na televisão foi editor, produtor, argumentista e Director do Gabinete de Projectos e Guionismo da RTP. É, desde 1989, membro da Direcção da Sociedade Portuguesa de Autores. É Coordenador do Curso Anual de Expressão Poética e Narrativa no Centro de Arte Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian. É o professor responsável pela disciplina de Escrita Dramatúrgica na Escola Superior de Teatro e Cinema. É dramaturgo residente na Companhia de Teatro Comuna em Lisboa.
De acordo com os objectivos delineados pela International Association of School Librarianship (IASL), a Rede de Bibliotecas Escolares resolveu declarar o dia 25 de Outubro, como o Dia da Biblioteca Escolar, este ano dedicado ao tema Diversidade Desafio Mudança, tudo isto na Biblioteca Escolar.
Hoje, as bibliotecas escolares portuguesas celebram o seu dia.
O Dia Europeu das Línguas foi criado em 2001, Ano Internacional das Línguas.
Antonio Miloshoski, Ministro dos Negócios Estrangeiros da República da Macedónia e actual Presidente do Comité de Ministros do Conselho da Europa afirmou que “o respeito pelas línguas, culturas e identidades dos outros constitui um pré-requisito para a criação de um espaço europeu que promova o respeito mútuo e a cooperação na Europa”.
Por ocasião do Dia Europeu das Línguas, celebrado em todos os 47 Estados-Membros do Conselho da Europa, Miloshoski sublinhou que “a melhor forma de combater a intolerância e a insegurança linguísticas é através da aprendizagem de línguas e do entendimento intercultural, que em francês se diz compréhension, em islandês skilningur, em estónio mõistmine, em irlandês tuiscint, em polaco zrozumienie e, ainda, razbiranje em macedónio.”
Sabes quantas línguas convivem na Europa? E tens ideia de quantas línguas existem no mundo? Testa os teus conhecimentos no Centro Virtual Camões, do Instituto Camões.
Isto é que foi um ano!
Por isso chegou a vez de gozar as merecidas férias.
Mas sempre na companhia de boas leituras.
Esperamos-te em Setembro para novas aventuras.
A Equipa da Biblioteca Escolar deseja as maiores felicidades pessoais, familiares e profissionais aos alunos que deixam a Escola EB 2, 3 de Vila Verde neste ano lectivo de 2009/2010.
Nos dias 11 de Junho (sexta-feira) e 14 de Junho (segunda-feira) recebemos na Escola EB 2, 3 os alunos do 4.º ano de todas as escolas do 1.º ciclo do Agrupamento de Vila Verde.
Ficam, assim, a conhecer os espaços da sua nova escola no próximo ano lectivo. A Biblioteca é um dos espaços a visitar. Aqui temos algumas actividades, das quais destacamos a visita virtual e a resposta a um inquérito electrónico. Ah! Também queres realizar a visita virtual? Começa aqui! No comentário a esta mensagem, os alunos do 4.º ano podem deixar a sua opinião.
Depois de Ricardo Carvalho (2008) e Hilário (2009), chegou a vez de Paulo Ferreira. O Chelsea voltou a nomear um jogador português, pelo terceiro ano consecutivo, como "reading star" [estrela que gosta de livros] de 2010. O programa Premier League Reading Stars foi iniciado em 2003 e visa aproveitar o "poder motivacional do futebol" para promoção dos hábitos de leitura entre os jovens britânicos. Todos os anos, os 20 clubes da divisão principal do futebol inglês têm de nomear uma "reading star" que, por sua vez, recomenda um dos seus livros preferidos. Clubes, autores e jogadores participam posteriormente em diversas iniciativas pedagógicas em bibliotecas públicas da área de cada clube. A obra escolhida pelo defesa do Chelsea foi "O Alquimista", o megacampeão de vendas do autor brasileiro Paulo Coelho. "Sempre gostei muito de ler, sobretudo agora que tenho filhos. Sempre que posso, tentamos ler livros em conjunto na família - é uma óptima forma de os miúdos desenvolverem a língua", explicou Ferreira. "É fantástico que um livro escrito em português tenha tido tanto sucesso e seja agora um dos livros mais traduzidos e vendidos de sempre. ["O Alquimista"] é uma história fantástica contada de uma forma muito simples sobre um jovem que parte numa viagem de descoberta. A mensagem deste livro é clara: apesar do medo e dos obstáculos, devemos sempre seguir os nossos sonhos e aproveitar a riqueza adquirida com a experiência". No ano passado, Hilário escolheu "Black and Blue", a autobiografia dramática de Paul Canoville, o primeiro jogador negro a vestir a camisola do Chelsea. Em 2008, Ricardo Carvalho nomeou "Man of the Match", uma das obras mais populares de Sophie Smiley, autora de vários livros para crianças.
O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Trata-se de uma data simbólica para a literatura, já que, segundo os vários calendários, neste dia faleceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare.
A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de Abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a quem comprar um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo.
Este ano, a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas vai articular esta data com o Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social, através da campanha "Um livro faz-me mais rico", em colaboração com as algumas Bibliotecas Municipais.
O cartaz é da autoria do ilustrador José Manuel Saraiva.
Mais uma curiosidade: a UNESCO escolheu Liubliana (Eslovénia) para Capital Mundial do Livro em 2010.
Desafio para sexta-feira, dia 23 de Abril: levar para a biblioteca uma rosa em troca de um livro para empréstimo.
Uma primeira edição do romance de Rudyard Kipling “O Livro da Selva”, (The Jungle Book - ao lado na imagem) com uma dedicatória do escritor à sua filha primogénita, foi descoberta na mansão onde viveu a sua outra filha.
O livro, publicado em 1894, foi encontrado por bibliotecários que estavam a catalogar os livros da biblioteca de Wimpole Hall, a moradia próxima de Cambridge, no Sul de Inglaterra, onde viveu Elsie, a segunda filha de Kipling, entre 1938 e 1976.
A obra tem uma dedicatória manuscrita a Josephine, a filha mais velha do escritor, que morreu de pneumonia em 1899, aos seis anos.
A inscrição, datada de Maio de 1894, diz: “Este livro pertence a Josephine Kipling, para quem foi escrito pelo seu pai.”
Apesar de não estar assinada, “baseando-nos em muitos outros elementos do arquivo de Kipling, achamos que é a sua letra”, declarou uma porta-voz do National Trust, a organização de conservação do património que está a trabalhar no espólio da mansão.
“A dedicatória é muito comovente, especialmente se tivermos em conta que Kipling perdeu não só Josephine, como também o seu filho mais novo, John, que morreu na I Guerra Mundial”, indicou Fiona Hall, comissária de Wimpole Hall.
“Como sua única filha sobrevivente, Elsie deve ter guardado o livro como um tesouro”, acrescentou.
O exemplar será agora exposto na espectacular casa senhorial, onde continuam os trabalhos de inventariação e catalogação dos cerca de sete mil livros da sua biblioteca.
Notícia do "Público", 9 de Abril de 2010
A Walt Disney adaptou este livro e realizou o filme com o mesmo nome, mais um dos muitos êxitos que tem.
Começa hoje a última paragem do ano lectivo. Aproveita-a para recarregar as baterias para o que resta do ano. Para muitos será um período decisivo.
As férias não significam não fazer nada. Muito pelo contrário. É o tempo de fazermos coisas diferentes da rotina lectiva, de fazermos aquilo que não foi feito por falta de tempo. Pode ser o tempo de lermos, por exemplo, o livro que desejávamos.
A Equipa da BE/CRE deseja a todos os leitores uma Páscoa Feliz.
Hoje é o Dia Mundial da Poesia e a Biblioteca da nossa escola dinamizou diversas actividades, que em breve divulgaremos, para cantar a poesia e os poetas. Para já fiquem com a prosa poética de dois poetas de quem gostamos: Sophia de Mello Breyner Andersen e Sebastião da Gama.
A poesia não me pede propriamente uma especialização pois a sua arte é a arte do ser. Também não é tempo ou trabalho o que a poesia me pede. Nem me pede uma ciência, nem uma estética, nem uma teoria. Pede-me antes a inteireza do meu ser, uma consciência mais funda do que a minha inteligência, uma fidelidade mais pura do que aquela que eu posso controlar. Pede-me que viva atenta como uma antena, pede-me que viva sempre, que nunca durma, que nunca me esqueça. Pede-me uma obstinação sem tréguas, densa e compacta.
Sophia de Mello Breyner
O poeta beija tudo, graças a Deus… E aprende com as coisas a sua lição de sinceridade…
E diz assim: “É preciso saber olhar…”
E pode ser, em qualquer idade, ingénuo como as crianças, entusiasta como os adolescentes e profundo como os homens feitos…
E levanta uma pedra escura e áspera para mostrar uma flor que está por detrás…
E perde tempo (ganha tempo…) a namorar uma ovelha…
E comove-se com coisas de nada: um pássaro que canta, uma mulher bonita que passou, uma menina que lhe sorriu, um pai que olhou desvanecido para o filho pequenino, um bocadinho de sol depois de um dia chuvoso…
E acha que tudo é importante…
E pega no braço dos homens que estavam tristes e vai passear com eles para o jardim…
E reparou que os homens estavam tristes…
E escreveu uns versos que começam desta maneira: “O segredo é amar…”
A BE/CRE promove a Semana da Leitura, de 15 a 19 de Março. Concursos, leitura, escrita criativa, teatro e poesia fazem parte das diversas actividades que serão levadas a cabo.
Se és leitor inscrito, procura um colega que o não seja, convida-o a inscrever-se e aconselha-lhe um livro que já leste. Por cada leitor que inscrevas, receberás 1 ponto.
O aluno que conseguir a pontuação mais alta receberá um prémio.
Na Biblioteca também serás convidado a escrever de uma forma criativa. Há duas actividades com esse objectivo:
* Completa a frase Se eu fosse poeta... - Celebramos assim o Dia Mundial da Poesia (21 de Março)
* Escreve Palavras doces para o meu pai - Preparamos assim o Dia do Pai (19 de Março)
Procura na Biblioteca as folhas, que depois de escritas serão afixadas nos placares. Nos comentários a esta mensagem, também tens a oportunidade de desenvolver a competência da escrita. Aproveita-a!
Ao longo da semana, outras informações serão fornecidas na projecção de slides da BE/CRE.
Este dia teve a sua origem nas manifestações femininas por melhores condições de trabalho e direito de voto, no início do século XX, na Europa e nos Estados Unidos.
É um dia comemorativo para a celebração dos feitos económicos, políticos e sociais alcançados pela mulher.
Em 1975, designado como Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher.
Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam “não” como resposta quando
acreditam que existe melhor solução.
Elas andam sem novos sapatos para
suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao medico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.
Elas choram quando suas crianças adoecem
e se alegram quando suas crianças ganham prémios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre
um aniversario ou um novo casamento.
Começa hoje, na RTP1 (21h. 18), a 5ª série do excelente programa de televisão sobre a Língua Portuguesa: "Cuidado com a Língua!". O programa é da autoria de José Mário Costa, responsável pelo sítio na internet Civerdúvidas da Língua Portuguesa. Cuidado com a Língua! ajuda a descobrir um mundo de palavras e expressões e a apaixonar-se pela língua portuguesa.
Contam as crónicas, ou lendas, já que registos tão antigos podem sempre pecar por pouca precisão histórica, que era o ano de 270 da nossa era e o Cristianismo não era ainda uma religião aceite pelo Império Romano. O imperador da altura, Cláudio II, tinha proibido a realização de casamentos cristãos no território do império com o argumento de que jovens solteiros e sem laços familiares dariam melhores soldados. A contragosto, a decisão foi acatada por todos. No entanto, um sacerdote (algumas fontes atribuem ao sacerdote o grau de bispo), de nome Valentim, recusou-se a acatar essa ordem e continuou a celebrar casamentos na clandestinidade. Tendo sido apanhado no acto ilegal, Valentim foi colocado na cadeia e condenado à morte. Durante o seu tempo de encarceramento, muitos foram os jovens que lhe faziam chegar flores e bilhetes, por ser ele uma figura tão dedicada à celebração do amor entre duas pessoas. A lenda conta também que a filha do carcereiro, cega de nascença, conseguiu autorização para visitar Valentim na cadeia. Foram várias as visitas e as conversas, e Valentim sentiu pena da mulher. Começou a rezar a Deus para que a curasse e um dia deu-se o milagre. Enquanto rezava, a filha do carcereiro recuperou a sua visão, e toda a sua família se converteu ao Cristianismo.
Sabendo disto, o imperador Cláudio II percebeu que Valentim não tinha renunciado à sua fé e mandou que o decapitassem, o que aconteceu, tornando-se assim um mártir aos olhos da Igreja e dos seus fiéis. A data da sua execução permanece também um mistério, uma vez que que alguns historiadores acreditam que o 14 de Fevereiro, data em que hoje se celebra o dia do santo, foi uma data aproveitada pela Igreja Católica para cristianizar um feriado pagão, já que se celebrava nesse dia a festa da deusa Juno, deusa das mulheres e do casamento. Juntando essa celebração ao martírio de Valentim, a Igreja Católica marcou esse dia como o dia da celebração do amor e da fé, que teve a maior expressão no sacrifício de Valentim, que não renunciou à realização da celebração que professa o amor entre duas pessoas, mesmo contra as ordens do Império Romano.
Ricardo Perna, in Família Cristã (Fevereiro de 2010)
Podes ler aqui (é só clicar) a História de S. Valentim, de forma resumida e por tópicos.
Como já é tradição no nosso blogue, cá fica mais um video com a canção de Carlos Paião, Cinderela. É dedicada a todos os apaixonados.
Escreve o que sentes, faz a tua declaração de amor, inspira-te... e deixa um comentário a esta mensagem!
O modelismo ferroviário é uma paixão que conquista milhares de pessoas de todas as idades. Os olhos das crianças brilham quando vêem os comboios a passar de linha em linha e os adultos ficam maravilhados com os detalhes das maquetes. Na Alemanha, em Hamburgo, é possível conhecer a maior maquete de ferromodelismo do mundo. A Miniatur Wunderland (terra das maravilhas em miniatura) tem 900 metros quadrados com 700 comboios que andam simultaneamente por mais de 9 km de linhas. A paisagem da maquete conta com 160 mil figuras, 250 mil luzes e um cuidado incrível para mostrar, em detalhe, vários locais do mundo, como o Monte Rushmore, o Grand Canyon e Las Vegas, nos Estados Unidos, e a neve da Suécia. Se tudo isto já parece muito, fica a saber que até 2014 todos estes números devem duplicar. São essas as previsões dos gémeos Frederick e Gerrit Braun, de 41 anos, que começaram a construir em 2000 esta maquete. Gastaram mais de 500 mil horas e cerca de 7 milhões de euros. O bilhete para entrar neste mundo custa 10 euros. Para teres uma noção real do tamanho deste local, vê o video.
No site encontras um guia em português com mais pormenores.
Olá Pai Natal É a primeira vez que escrevo para ti Venho de Lisboa e o pessoal chama-me AC Desculpa o atrevimento mas tenho alguns pedidos Espero que não fiquem nalguma prateleira esquecidos Como nunca te pedi nada Peço tudo duma vez e fica a conversa despachada Talvez aches os pedidos meio extravagantes Queria que pusesses juízo na cabeça destes governantes Tira-lhes as armas e a vontade da guerra É que se não acabamos a pedir-te uma nova Terra Ao sem-abrigo indigente, dá-lhe uma vida decente E arranja-lhe trabalho em vez de mais uma sopa quente E ao pobre coitado, e ao desempregado Arranja-lhe um emprego em que ele não se sinta explorado E ao soldado, manda-o de volta para junto da mulher Acredita que é isso que ele quer Vai ver África de perto, não vejas pelos jornais Dá de comer às crianças ergue escolas e hospitais Cura as doenças e distribui vacinas Dá carrinhos aos meninos e bonecas às meninas E dá-lhes paz e alegria Ao idoso sozinho em casa, arranja-lhe boa companhia Já sei que só ofereces aos meninos bem comportados Mas alguns portam-se mal e dás condomínios fechados Jactos privados, carros topo de gama importados Grandes ordenados, apagas pecados a culpados Desculpa o pouco entusiasmo, não me leves a mal Não percebo como é que isto se tornou um feriado comercial Parece que é desculpa para um ano de costas voltadas E a única coisa que interessa é se as prendas tão compradas E quando passa o Natal, dás à sola? Há quem diga que tu não existes, quem te inventou foi a Coca-Cola Não te preocupes, que eu não digo a ninguém Se és Pai Natal é porque és pai de alguém Para mim Natal é a qualquer hora, basta querer Gosto de dar e não preciso de pretextos para oferecer E já agora para acabar, sem querer abusar Dá-nos Paz e Amor e nem é preciso embrulhar Muita Felicidade, saúde acima de tudo Se puderes dá-nos boas notas com pouco estudo Desculpa o incómodo e continua com as tuas prendas Feliz Natal para ti e já agora baixa as rendas
Era noite de Natal, pensei que ia ser uma noite igual às outras, mas não foi… esta foi especial!
Tal como todas as outras noites, tomei banho, vesti a camisa de noite, calcei os chinelos e desci as escadas. Mas, enquanto descia, senti-me leve, muito leve, cada vez mais leve e quando dei por mim estava a sobrevoar a minha casa, escola, tudo!
Dali via-se tudo, nem reparei que estava num trenó, até alguém pousar uma luva aveludada, muito quentinha no meu ombro.
Olhei para trás… e lá estava ele, com um sorriso caloroso, gorducho, todo vestido de vermelho e branco, com os presentes atrás dele. Pensei que era um sonho…
Pousou na minha mão uma coisa muito pequena embrulhada em cetim amarelo dourado, com uma fitinha vermelha. Eu meti-a no bolso ansiosa por abri-la ainda naquela noite mas, cansada, adormeci!
Quando acordei, estava na minha cama e pensei: “foi um sonho”, mas lembrei-me do presentinho que ele me tinha dado. Vi, no bolso, e lá estava ele!
Fui logo contar à minha mãe, mas ela riu-se! Fui contar ao meu pai e ele riu-se! Fui contar ao meu irmão e aos meus amigos, mas todos se riram também! Não levei aquilo a peito, afinal fui eu que o vi e não eles.
Abri o presente e dentro tinha um sininho igual ao das renas voadoras com aquela melodia encantadora, pensei: “Este é o melhor Natal de sempre!”.
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