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23 de abril de 2010

Estrelas no Relvado, Estrelas nas Letras

Depois de Ricardo Carvalho (2008) e Hilário (2009), chegou a vez de Paulo Ferreira. O Chelsea voltou a nomear um jogador português, pelo terceiro ano consecutivo, como "reading star" [estrela que gosta de livros] de 2010. O programa Premier League Reading Stars foi iniciado em 2003 e visa aproveitar o "poder motivacional do futebol" para promoção dos hábitos de leitura entre os jovens britânicos. Todos os anos, os 20 clubes da divisão principal do futebol inglês têm de nomear uma "reading star" que, por sua vez, recomenda um dos seus livros preferidos. Clubes, autores e jogadores participam posteriormente em diversas iniciativas pedagógicas em bibliotecas públicas da área de cada clube. A obra escolhida pelo defesa do Chelsea foi "O Alquimista", o megacampeão de vendas do autor brasileiro Paulo Coelho. "Sempre gostei muito de ler, sobretudo agora que tenho filhos. Sempre que posso, tentamos ler livros em conjunto na família - é uma óptima forma de os miúdos desenvolverem a língua", explicou Ferreira. "É fantástico que um livro escrito em português tenha tido tanto sucesso e seja agora um dos livros mais traduzidos e vendidos de sempre. ["O Alquimista"] é uma história fantástica contada de uma forma muito simples sobre um jovem que parte numa viagem de descoberta. A mensagem deste livro é clara: apesar do medo e dos obstáculos, devemos sempre seguir os nossos sonhos e aproveitar a riqueza adquirida com a experiência". No ano passado, Hilário escolheu "Black and Blue", a autobiografia dramática de Paul Canoville, o primeiro jogador negro a vestir a camisola do Chelsea. Em 2008, Ricardo Carvalho nomeou "Man of the Match", uma das obras mais populares de Sophie Smiley, autora de vários livros para crianças.

Paulo Anunciação,
in "O Jogo"

15 de março de 2010

Semana da Leitura

 A BE/CRE promove a Semana da Leitura, de 15 a 19 de Março. Concursos, leitura, escrita criativa, teatro e poesia fazem parte das diversas actividades que serão levadas a cabo.
Se és leitor inscrito, procura um colega que o não seja, convida-o a inscrever-se e aconselha-lhe um livro que já leste. Por cada leitor que inscrevas, receberás 1 ponto. 
O aluno que conseguir a pontuação mais alta receberá um prémio.

Na Biblioteca também serás convidado a escrever de uma forma criativa. Há duas actividades com esse objectivo:
* Completa a frase Se eu fosse poeta... - Celebramos assim o Dia Mundial da Poesia (21 de Março)
* Escreve Palavras doces para o meu pai - Preparamos assim o Dia do Pai (19 de Março)
Procura na Biblioteca as folhas, que depois de escritas serão afixadas nos placares. Nos comentários a esta mensagem, também tens a oportunidade de desenvolver a competência da escrita. Aproveita-a!

Ao longo da semana, outras informações serão fornecidas na projecção de slides da BE/CRE.
Boas leituras!

16 de outubro de 2009

Investimento inteligente

Diego Valeri é um jogador de futebol diferente. Adora ler. O seu passatempo preferido é ler. Anda sempre com livros e quando tem tempo lê sempre. A sua alcunha?
Chamam Bibliotecário a Valeri. O médio argentino gosta de ler e um jogador de futebol que gosta de ler é mais ou menos como um intelectual que cruza bem com o pé esquerdo: uma raridade. Os mais apressados dirão que ler não lhe garante nenhuma vantagem quando tem de fazer um passe, ou quando precisa de driblar um adversário, ou quando é preciso assistir um companheiro, ou, até, quando se impõe rematar, mas tenho para mim que os melhores jogadores são sempre os mais inteligentes, os que para além da técnica e do físico, têm a imaginação suficiente para adivinhar caminhos onde os outros só conseguem ver obstáculos. E se é preciso treinar os músculos para que eles se desenvolvam, é preciso treinar o cérebro para que ele não atrofie, para que não se atrapalhe perante os obstáculos e para que seja capaz de fintar os problemas. Sim, um cérebro habituado a trabalhar pode ser muito útil até para um jogador de futebol e é por isso que o FC Porto insiste que os jogadores que estão na Casa do Dragão tenham aproveitamento escolar. Por isso e porque o cérebro envelhece mais devagar e o futebol não dura para sempre...
Jorge Maia (jornalista), in O jogo,
de 13 de Outubro de 2009